venerdì 25 maggio 2012

Feirão da Caixa movimenta R$ 1,03 bilhão em Fortaleza


Feirão da Caixa movimenta R$ 1,03 bilhão em Fortaleza

De acordo com o superintendente regional da Caixa, Odilon Soares, a maior procura era por imóveis de R$ 80 mil a R$ 150 mil. O programa Melhor Crédito, lançado pelo banco para diminuir as taxas de crédito imobiliário, foi apontado pelos coordenadores do evento como a maior atração do evento. “A redução da taxa de juros teve um impacto muito forte nesta edição, porque, como a prestação ficou menor, permite que a família compre o imóvel de um valor um pouco maior. Isso também dá maior tranquilidade na negociação”, afirmou o superintendente.
Público diferenciado
Cada dia de evento teve seu público diferenciado, de acordo com dados da assessoria de imprensa da Caixa. Na sexta-feira, dia da abertura, houve participação intensa de solteiros e divorciados, que aproveitaram horário do almoço para conferir as oportunidades. No domingo, o domínio era de famílias, que utilizaram o dia livre para comparar preços, fazer entrevistas e simulação de quanto pode financiar. Já no sábado, os stands e corredores tiveram público mais variado.
O propagandista Davi Nibon e a autônoma Marjory Ribeiro, de 30 e 29 anos, respectivamente, estão casados há um ano e se cadastraram em duas imobiliárias para depois dar continuidade nas negociações. “Viemos hoje para pesquisar imóveis, buscar oportunidades e preços especiais. Nos interessamos por algumas chances e queremos fechar negócio”, avaliou Davi. O casal planeja o primeiro filho para 2013, por isso tem interesse em empreendimentos com área de lazer. “Aqui achamos condições atraentes. O preço estava abaixo do que já estávamos pesquisando”, analisou o propagandista.
O bairro da Messejana foi um dos mais procurados pelos frequentadores, segundo um dos coordenadores do Feirão, Evandro Marinho. “Outros bairros de destaque foram Antônio Bezerra, Edson Queiroz, Água Fria e Papicu, além de Eusébio e Caucaia”, pontuou. “As pessoas quem vão ao feirão estão em busca de imóveis de no máximo R$ 300 mil. Isso inviabiliza negociações em regiões como a Aldeota, onde já teve o boom da construção civil. Por isso que essas outras regiões que estão ascendendo no mercado possuem destaque no feirão”. Curiosamente, o imóvel mais caro catalogado era localizado no Meireles e custava R$ 1,3 milhão.
Fonte: O Povo

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