Modelo de construção reduz até 30% no consumo de energia e até 40% no consumo de água
Depois de estados como Rio de Janeiro e São Paulo, a região Nordeste está descobrindo os empreendimentos sustentáveis, onde já existe um ou outro empreendimento sendo pioneiro nos principais Estados do Nordeste. O mercado imobiliário na região está crescendo como um todo, principalmente em Pernambuco, Bahia e Ceará e os consumidores nordestinos também querem qualidade e padrões elevados.
O empreendimento sustentável proporciona tudo isso. Grandes empresas estão se instalando no Nordeste e precisam de imóveis novos e com alta qualidade para montar suas sedes administrativas. Junto com empresas e profissionais de fora, chega a demanda por empreendimentos sustentáveis, com os quais eles já estão acostumados há muito tempo no exterior e mais recentemente na região Sudeste.
O empreendimento sustentável proporciona tudo isso. Grandes empresas estão se instalando no Nordeste e precisam de imóveis novos e com alta qualidade para montar suas sedes administrativas. Junto com empresas e profissionais de fora, chega a demanda por empreendimentos sustentáveis, com os quais eles já estão acostumados há muito tempo no exterior e mais recentemente na região Sudeste.
TENDÊNCIA
Ao falar sobre o assunto, o engenheiro civil e sócio-diretor da Sustentech (empresa de consultoria especializada em sustentabilidade), João Marcello Gomes Pinto, informa que, desde 2007, todo o mercado da construção no Brasil vem buscando evoluir para se adaptar aos empreendimentos sustentáveis. “As incorporadoras já entendem os benefícios de terem um empreendimento sustentável e certificado”, diz.
Segundo o engenheiro, o consumidor leva cada vez mais a sustentabilidade em conta na hora de avaliar um imóvel. Os compradores de imóveis comerciais para fins de investimento já perceberam os benefícios de adquirir um imóvel sustentável e certificado.
No Ceará, segundo a Cooperativa da Construção Civil do Estado do Ceará (Coopercon-CE), o mercado consumidor já admira as empresas que adotam estas práticas e reconhecem o valor agregado nos produtos finais. “Apesar de obrigatória, já não é mais suficiente apenas a construção com qualidade, pois os clientes já têm consciência de que tais práticas enxutas e sustentáveis aumentam o ciclo de vida do empreendimento, minimizam os problemas de retrabalho e manutenção, e reduzem as taxas condominiais”, explica o presidente da Coopercon-CE, Marcos Novaes. Segundo ele, desta forma, ainda que o valor comercial da unidade do empreendimento seja maior que o de uma unidade convencional, os consumidores já têm em mente de que este valor se trata de um investimento a longo prazo e que se pagará em poucos anos de uso do empreendimento.
Ao falar sobre o assunto, o engenheiro civil e sócio-diretor da Sustentech (empresa de consultoria especializada em sustentabilidade), João Marcello Gomes Pinto, informa que, desde 2007, todo o mercado da construção no Brasil vem buscando evoluir para se adaptar aos empreendimentos sustentáveis. “As incorporadoras já entendem os benefícios de terem um empreendimento sustentável e certificado”, diz.
Segundo o engenheiro, o consumidor leva cada vez mais a sustentabilidade em conta na hora de avaliar um imóvel. Os compradores de imóveis comerciais para fins de investimento já perceberam os benefícios de adquirir um imóvel sustentável e certificado.
No Ceará, segundo a Cooperativa da Construção Civil do Estado do Ceará (Coopercon-CE), o mercado consumidor já admira as empresas que adotam estas práticas e reconhecem o valor agregado nos produtos finais. “Apesar de obrigatória, já não é mais suficiente apenas a construção com qualidade, pois os clientes já têm consciência de que tais práticas enxutas e sustentáveis aumentam o ciclo de vida do empreendimento, minimizam os problemas de retrabalho e manutenção, e reduzem as taxas condominiais”, explica o presidente da Coopercon-CE, Marcos Novaes. Segundo ele, desta forma, ainda que o valor comercial da unidade do empreendimento seja maior que o de uma unidade convencional, os consumidores já têm em mente de que este valor se trata de um investimento a longo prazo e que se pagará em poucos anos de uso do empreendimento.
Fonte: O Estado
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