lunedì 3 dicembre 2012

Investimento imobiliário será arma contra inflação em 2013


Para banco, investimento no mercado de imóveis oferece proteção contra a inflação dos serviços, a mais preocupante para os poupadores

O mercado espera que a inflação pelo IPCA feche o ano em 5,43%, mas a inflação que mais deve preocupar os poupadores não é esta, mas a inflação dos serviços. Estudo encomendado pelo Banco Máxima à consultoria MB Associados prevê que a inflação de serviços deve fechar o ano em 8%, e 2013, em 9%. Como proteger o dinheiro de uma corrosão tão grande? A resposta, para o banco, está nos investimentos lastreados em imóveis.

 A principal delas são os fundos imobiliários, fundos com cotas negociadas em Bolsa que investem em imóveis corporativos como shopping centers, prédios de escritórios e galpões industriais. Aqueles que buscam obter renda com o aluguel normalmente têm seus contratos corrigidos pelo IGP-M. “O IGP-M capta melhor a inflação dos serviços do que o IPCA, que é um índice muito mais voltado para os produtos”, diz o agente autônomo Arthur Vieira de Moraes, especialista em fundos imobiliários.

Além disso, os aluguéis advindos de fundos imobiliários são isentos de IR para a pessoa física, o que incrementa ainda mais a rentabilidade. Apenas o ganho de capital com a venda das cotas em Bolsa é tributado. “A demanda por fundos imobiliários está alta. Este investimento deve dar a tônica para 2013 e 2014”, observa Claudia Martinez, diretora comercial do Banco Máxima. Ela lembra ainda que, além da correção pelo IGP-M, aluguéis são revisados para cima de tempos em tempos, dependendo do aquecimento do mercado.

O banco já tem um fundo totalmente vendido, o Máxima Renda Corporativa, que deve estrear na Bolsa no início de 2013, e outro que ainda será formatado e aberto para captação no ano que vem. Ambos investem em diferentes partes do Edifício Sloper, no Centro do Rio de Janeiro, cuja locatária, a varejista Leader Magazine, tem 70% do seu capital nas mãos do BTG Pactual.

Papéis com lastro em imóveis

No mercado imobiliário, há ainda duas outras opções isentas de IR. As Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI). As primeiras são garantidas pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) no valor de até 70.000 reais, o que significa que aplicações até esse valor são reembolsadas ao investidor em caso de quebra do banco emissor do papel.

As CRIs, que costumam ter valor de face maior e ser destinadas a investidores qualificados (que tem mais de 300.000 reais em aplicações financeiras) não contam com essa proteção, mas têm lastro em imóveis, que funcionam como sua garantia. Embora o pequeno investidor geralmente não tenha acesso a esse tipo de papel, existem fundos imobiliários especializados em investir em CRIs e LCIs, ou seja, apenas em papéis, não em imóveis físicos. Os rendimentos desses fundos também são isentos de IR.

Muitas CRIs remuneram uma taxa de juros prefixada mais a inflação para o IGP-M, o que é bastante interessante para o investidor que tem acesso a elas ou o cotista de fundos que aplicam nesses papéis, ao menos em termos de rentabilidade. As LCIs, porém, costumam ser pós-fixadas, isto é, remunerar um percentual do CDI.

 No Banco Máxima é possível obter LCIs que paguem entre 91% e 99,5% para prazos entre 60 dias e um ano, totalmente isentos de IR. “Só para se ter uma ideia, uma LCI que pague 91% do CDI equivaleria a um CDB que pagasse 111% do CDI”, ilustra Claudia Martinez.

Cuidados com os fundos imobiliários

Tanto os fundos imobiliários de aluguéis quanto aqueles que investem em recebíveis imobiliários – notadamente as CRIs – podem oferecer uma boa proteção contra a alta inflação que atinge o poupador. No entanto, convém ter alguns cuidados. Em primeiro lugar, prefira os fundos cujos contratos de aluguel são corrigidos pelo IGP-M ou que invistam em CRIs que paguem um percentual mais IGP-M, a fim de incorporar melhor a correção pela inflação. “Fundos cujos contratos são reajustados pelo IPCA podem, portanto, não ser a melhor opção”, diz Arthur Vieira de Moraes.

Além disso, um estudo publicado recentemente pela consultoria Colliers mostrou que o mercado de escritórios de alto padrão deve atingir a saturação na cidade de São Paulo já em 2013, uma vez que já houve um grande aumento da oferta desse tipo de imóvel em 2012 e haverá novas entregas no ano que vem.

“É bom acender a luz amarela com os fundos que investem nesse tipo de imóvel. O mercado até que absorveu bem os imóveis entregues em 2012, atingindo um equilíbrio, com uma taxa de vacância normal, entre 5% e 6%. Mas a demanda teria que manter o ritmo. Se o crescimento do país estagnar ou se houver recessão, a vacância vai aumentar e os aluguéis vão estagnar ou até cair. No mercado de escritórios, não deve mais haver muitos reajustes de preços. O gestor que conseguir manter o valor do aluguel já vai se dar bem”, explica Moraes.

Uma esperança é o fato de que São Paulo e Rio continuam atraindo capital estrangeiro. No caso da capital fluminense, a demanda deve continuar forte, principalmente nas áreas mais badaladas e com menos espaço para construir, como Centro, Copacabana e o eixo Ipanema-Leblon. Os eventos esportivos que a cidade vai sediar, bem como projetos como o Porto Maravilha, contribuem para valorizar a cidade que, segundo a Colliers, só deve entrar em estágio de superoferta em 2015.

“O Rio tem pouco espaço para construir e muitos prédios antigos nas regiões mais desejadas. Empresas que precisam de mais infraestrutura têm uma oferta pequena de imóveis e há muito espaço para readequar esses edifícios por meio do retrofit. Só tem que tomar cuidado com a Barra da Tijuca, que é um bairro com alta vacância e onde ainda há muito espaço para construir”, diz Vieira de Moraes, que lembra que em São Paulo, o equivalente à Barra seria Alphaville, que também demanda cuidado em função do aumento de vacância.

Para ele, como a renda do brasileiro continua crescendo, os imóveis ligados ao consumo, como os shopping centers e os galpões logísticos, têm boas perspectivas. Mas estes últimos também demandam cuidado. “Também houve alguma especulação e bastante entrega no mercado de galpões. Nem tudo está sendo absorvido”, observa.

Por: Julia Wiltgen

Fonte: Exame

martedì 12 giugno 2012

Pannelli solari in fibra di cocco!!


Placa solar fabricada com fibra de coco custa até R$ 3 mil, incluindo instalação, baterias, lâmpadas e chaves
Alguns beneficiários do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida (MCMV) poderão em breve adquirir residências auto suficientes em energia elétrica. É que, usando fibra de coco de praia, o engenheiro mecânico cearense Fernando Alves Ximenes desenvolveu a placa PVT - fotovoltaica e térmica, que capta energia solar e a transforma em eletricidade e água quente, substituindo o chuveiro elétrico. Segundo ele, a Caixa Econômica Federal tem interesse em incluir o aparelho no programa do governo federal.
"Já estamos com uma casa piloto no município de Itaitinga, para que a Caixa estude a possibilidade de utilizar a placa PVT no Minha Casa, Minha Vida. Para os beneficiários seria excelente, pois eles não teriam que pagar nada a mais e poderiam evitar os gastos com energia todo mês", afirma Ximenes.

De acordo com o engenheiro, com um eventual aval da Caixa Econômica, a previsão é de que a placa PVT chegue inicialmente a 4 mil casas no município de Itaitinga, além de outras 1,5 mil em Tocantins e mais 6 mil no estado do Maranhão.

Capacidade e custos
Fernando Ximenes afirma ainda que a placa desenvolvida por ele é a prova de que é possível utilizar a energia solar para benefício de famílias de baixa renda.

"Uma vez ouvi um diretor da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) dizer que era completamente inviável colocar uma placa de energia solar em uma residência do Minha Casa, Minha Vinda, pois, segundo ele, o custo ficaria em torno de R$ 26 mil por casa. A placa PVT, porém, como é fabricada com uma matéria-prima abundante em todo o Nordeste, tem um valor abaixo de R$ 3 mil, já incluindo instalação, baterias, lâmpadas e chaves", explica. "A expectativa, aliás, é baixar este preço para menos de R$ 2 mil no prazo de um ano", acrescenta.

A placa PVT tem capacidade de produzir até 120 quilowatt-hora (KW/h) por mês. De acordo com Fernando Ximenes, tal produção é mais do que o suficiente para suprir a demanda de uma família de baixa renda, que, segundo ele, consome em média 50 KW/h por mês. "Acho que em breve até alguns membros da classe média acharão viável o uso da placa", comenta o engenheiro.

Fonte: Diário do Nordeste

giovedì 31 maggio 2012

Saco de Brinquedos - Rubem Alves (e traduzione)


Saco de Brinquedos - Rubem Alves

Meu pai me contou que, quando era menino, no início do século passado, guardava seus brinquedos num saco. Os brinquedos que meu pai menino guardava no saco: latas vazias, pedaços de barbante, sementes, sabugos de milho, botões, pedaços de pau, pedrinhas e todo tipo de coisas inúteis. Quando alguém aparecia para visitar minha avó ele pegava o saco de brinquedos e o esvaziava diante da visita. Certamente achava seus brinquedos interessantíssimos! A mãe dele ficava furiosa e lhe aplicava o devido corretivo de chineladas depois que a visita ia embora. A chinela era um dos itens favoritos que minha avó guardava no saco de brinquedos dela. As crianças continuam as mesmas. Ainda gostam de mostrar brinquedos. A gente cresce e continua criança. "Em todo homem há uma criança que deseja brincar..." (Nietzsche). E todos temos o nosso saco de brinquedos. A fala somos nós abrindo o saco e despejando brinquedos... O saco de brinquedos: isso é de fundamental importância, quando o amor está em jogo. A paixão acontece quando, fascinados por uma imagem – pode ser um jeito de olhar, um jeito de sorrir, um jeito de falar... - imaginamos que dentro daquele corpo de imagem fascinante estão guardados os brinquedos com que gostamos de brincar. O que vemos é a imagem da pessoa amada, mas o que imaginamos são os brinquedos que julgamos guardados dentro dela. A imagem, sozinha, logo se transforma em monotonia. Ninguém consegue ficar o tempo todo contemplando a pessoa amada, por bonita que seja. O que alimenta a paixão não é a imagem mas os brinquedos que ela guarda... Hermann Hesse dizia que a pessoa objeto do nosso amor é apenas um símbolo, uma lagoa onde o rosto da "Outra" aparece refletido. Que Outra? Aquela que imaginamos. Veja esses versos de Fernando Pessoa. Mas leia bem devagar...

“Amamos sempre, no que temos,
O que não temos quando amamos.
O barco pára, largo os remos
E, um a outro, as mãos nos damos.
A quem dou as mãos? À Outra.
Teus beijos são de mel de boca,
São os que sempre pensei dar,
E agora a minha boca toca
A boca que eu sonhei beijar.
De quem é a boca? Da Outra..."


E assim vai. Mas chega um tempo em que nos cansamos de dar as mãos, nos cansamos de olhar, nos cansamos de beijar. E dizemos: "Vamos brincar?"

Hora de abrir o saco, hora da verdade... Os brinquedos espalhados pelo chão, descobrimos que não eram os brinquedos que imaginávamos. O saco era lindo! E a beleza do saco nos enganou. Uma relação amorosa, para ser duradoura, tem de ser uma relação de brincar. Ela dura enquanto os dois brincam. Um gosta de brincar com bilboquê ou de ouvir música sertaneja, enquanto o outro detesta bilboquê e prefere ouvir música clássica... Aí o jeito é brincar sozinho. O Outro, quando aparece, é um desmancha-prazeres... Pergunta que os parceiros deveriam se fazer: "Temos prazer em brincar juntos? Ficamos felizes só em pensar que vamos brincar juntos?" Se a resposta for negativa é melhor ir procurar outro saco...



Traduzione in italiano:

Sacco di Giocattoli

Mio padre mi raccontò che, quando era bambino, all'inizio del secolo passato, conservava i suoi giochi in un sacco. I giocattoli che mio padre da bambino conservava: lattine vuote, pezzi di spago, semi, spighe di mais, bottoni, pezzi di legno, pietre e tante cose inutili. Quando qualcuno appariva per visitare mia nonna lui prendeva il sacco dei giochi e glie lo svuotava davanti. Certamente riteneva i suoi giochi interessantissimi!
Sua madre diventava furiosa e lo picchiava con le ciabatte dopo che il visitatore era andato via. La ciabatta era uno degli stessi giocattoli preferiti di mia nonna che conservava nel sacco dei propri giochi. I bambini continuano ad essere ancora così. Ancora amano mostrare i propri giochi. Cresciamo e restiamo bambini. "In ogni uomo c'è un bambino che desidera giocare..." (Nietzche). E tutti abbiamo il nostro sacco di giochi. Il colloquiare rappresenta noi che apriamo il sacco e spargiamo i giochi... 

Il sacco dei giochi: questo è di fondamentale importanza, quando l'amore è in gioco. La passione viene quando, affascinati da un'immagine - può essere un modo di guardare, un modo di sorridere, un modo di parlare...- immaginiamo che dentro quel corpo dall'immagine affascinante sono conservati i giochi con i quali vogliamo giocare. Ciò che vediamo è l'immagine della persona amata, ma ciò che immaginiamo sono i giochi che riteniamo conservati in lei. L'immagine, sola, subito si trasforma in monotonia. Nessuno riesce a restare tutto il tempo contemplando la persona amata per bella che sia. Ciò che alimenta la passione non è l'immagine, ma i giocattoli che lei conserva...Herman Hesse diceva che la persona oggetto del nostro amore è appena un simbolo, un lago dove il viso dell' "Altra" appare riflesso. Quale Altra? Quella che immaginiamo. Osserva questi versi di Fernando Pessoa. Ma leggili ben lentamente..

"Amiamo sempre, in ciò che abbiamo,
Ciò che non abbiamo quando amiamo.
La barca si ferma, allontano i remi
E, l' uno all'altra, le mani ci diamo.
A chi do le mani? All'altra.
I tuoi baci sono miele di bocca,
Sono quelli che sempre pensai di dare,
Ed ora la mia bocca sfiora
La bocca che ho sognato di baciare
Di chi è la bocca? dell'altra..."

E va così.Ma arriva un momento nel quale ci annoiamo di dar la mano, ci annoiamo di guardare, ci annoiamo di baciare. E diciamo: "Giochiamo?"

Momento di apertura del sacco, momento di verità...I giochi sparsi sul pavimento, scopriamo che non erano i giochi che immaginavamo. Il sacco era bello! E la bellezza del sacco ci ingannò. Una relazione amorosa, per essere duratura, deve essere una relazione con il gioco. Dura fin quando i due giocano. L'uno ama giocare con il bilboque e preferisce ascoltare musica sertaneja, mentre l'altra odia il bilboque e preferisce ascoltare musica classica...In quel caso il sistema è giocare da solo. L'altro, quando arriva, è un rompiscatole... Domanda che i compagni dovrebbero porsi: "Ci piace giocare insieme? Siamo felici solo nel pensare che giochiamo insieme?" Se la risposta sarà negativa è meglio andare alla ricerca di un altro sacco...

venerdì 25 maggio 2012

Feirão da Caixa movimenta R$ 1,03 bilhão em Fortaleza


Feirão da Caixa movimenta R$ 1,03 bilhão em Fortaleza

De acordo com o superintendente regional da Caixa, Odilon Soares, a maior procura era por imóveis de R$ 80 mil a R$ 150 mil. O programa Melhor Crédito, lançado pelo banco para diminuir as taxas de crédito imobiliário, foi apontado pelos coordenadores do evento como a maior atração do evento. “A redução da taxa de juros teve um impacto muito forte nesta edição, porque, como a prestação ficou menor, permite que a família compre o imóvel de um valor um pouco maior. Isso também dá maior tranquilidade na negociação”, afirmou o superintendente.
Público diferenciado
Cada dia de evento teve seu público diferenciado, de acordo com dados da assessoria de imprensa da Caixa. Na sexta-feira, dia da abertura, houve participação intensa de solteiros e divorciados, que aproveitaram horário do almoço para conferir as oportunidades. No domingo, o domínio era de famílias, que utilizaram o dia livre para comparar preços, fazer entrevistas e simulação de quanto pode financiar. Já no sábado, os stands e corredores tiveram público mais variado.
O propagandista Davi Nibon e a autônoma Marjory Ribeiro, de 30 e 29 anos, respectivamente, estão casados há um ano e se cadastraram em duas imobiliárias para depois dar continuidade nas negociações. “Viemos hoje para pesquisar imóveis, buscar oportunidades e preços especiais. Nos interessamos por algumas chances e queremos fechar negócio”, avaliou Davi. O casal planeja o primeiro filho para 2013, por isso tem interesse em empreendimentos com área de lazer. “Aqui achamos condições atraentes. O preço estava abaixo do que já estávamos pesquisando”, analisou o propagandista.
O bairro da Messejana foi um dos mais procurados pelos frequentadores, segundo um dos coordenadores do Feirão, Evandro Marinho. “Outros bairros de destaque foram Antônio Bezerra, Edson Queiroz, Água Fria e Papicu, além de Eusébio e Caucaia”, pontuou. “As pessoas quem vão ao feirão estão em busca de imóveis de no máximo R$ 300 mil. Isso inviabiliza negociações em regiões como a Aldeota, onde já teve o boom da construção civil. Por isso que essas outras regiões que estão ascendendo no mercado possuem destaque no feirão”. Curiosamente, o imóvel mais caro catalogado era localizado no Meireles e custava R$ 1,3 milhão.
Fonte: O Povo

Come si muove il settore?


O diretor do Conselho Federal de Corretores de Imóveis no Ceará (Creci-CE), Armando Cavalcante, disse que o mercado de imóveis - tanto no Brasil, como no Ceará -, está menos aquecido, mas com perspectiva de crescimento nos próximos meses. Ele observa que a evolução do setor no ano passado foi da faixa de 6%, mas prevê para este ano nada menos do que o dobro, devido ao mercado já estar aquecendo.

Cavalcante observou que todo começo de ano as vendas caem não só na área imobiliária, mas em outras também, devido aos pagamentos de vários impostos como IPTU e IPVA. Acrescenta que as vendas, de um modo geral, apresentam um incremento maior após do Carnaval, porque antes o período é mais dedicado às férias.

O diretor do Creci-CE informou, ainda, que será realizado no próximo dia 27, em Brasília, o Congresso Brasileiro de Corretores de Imóveis, com a participação de três mil profissionais. Na oportunidade, segundo explicou, vai acontecer a comemoração dos 50 anos de regulamentação da profissão. E, em agosto próximo acontecerá, também na Capital Federal, será realizado o Simpósio Internacional de Corretores de Imóveis, com representantes de 16 países.
Fonte: O Estado

I 10 consigli di Dilma all'apertura del G20


Ten Facts Brazil's President Should Tell the World
Written by Cristovam Buarque

 In a debate at the University of Brasília, Ambassador Correa do Lago asked for ten
suggestions for the speech that President Dilma will make at the opening of Rio+20. My
suggestions were the following:
     
1. The speech should begin with the sentence "Humanity is at risk." The environmental and
financial crises demonstrate that the industrial civilization's union among Political Democracy,
Social Justice, Economic Growth and the Techno-Scientific Advance is fraying.
During the Cold War, forces existed that attempted to halt the foolish march towards nuclear
war. Now, it appears that the foolish march has no adversaries. Profit and consumption are
aligned in their voracity, conducting the world towards global warming, unemployment,
migration and inequality.
 
2. If in this meeting the Heads of State and political leaders think merely as politicians, looking
only towards their short-term, local problems, and not as leaders of humanity, looking beyond
them, we will be missing an immense opportunity.
Humanity cannot continue defining its future based upon the size of the countries' GDP. It is
necessary to redefine the concept of progress, find new criteria and indices that in fact measure
Well-Being, Peace, Employment and Harmony among human beings and between humanity
and Nature.
 
3. We need an International Green Fiscal Policy. It makes no sense that taxes on fossil
products should have the same aliquots as products that are in harmony with Nature.
Nevertheless, the importance of a global world demands that the Green Fiscal Policy be the
result of a worldwide accord. Rio +20 must be the moment for this idea to be considered.
 1 / 3Ten Facts Brazil's President Should Tell the World Including GDP Doesn't Equal Progress
Written by Cristovam Buarque
Thursday, 24 May 2012 17:28

4. Certain natural patrimonies, like large forests, oceans and the geographic poles must be
protected from economic ambition and remain free of depredation. Our countries are part of the
great Condominium Earth. International accords must limit national sovereignty itself when this
refers to the use of the national patrimonies that have an impact upon the life and well-being of
future generations.
 
5. The world has a Hague Tribunal to judge crimes against humanity committed by dictators.
We need a Tribunal to judge the crimes against humanity committed by economic agents
seeking to satisfy their voracity, thus degrading the environment and throwing millions into
misery and unemployment.
 
6. In 1945, the statespeople succeeded in creating an economic plan that channeled resources
towards the industrial reconstruction of a Europe devastated by World War II. It is time for a new
boldness, now on a worldwide scale, to avoid the approaching devastation, itself created by the
type of progress that is plundering, concentrating and instable.
Only a generation with a new education will obstruct the foolish march of environmental
degradation and social inequality. The world needs to make a radical educational reform in all
levels and in all its countries to incorporate the ethic values of environmental protection,
eliminate social exclusion, and maintain the natural and cultural diversity. We need a Global
Marshall Plan for the education of the entire world's children.
 
7. We cannot postpone the creation of a World Fund, based upon the Tobin Tax on currency
conversion, to support education and the environment and to fight poverty. Besides more
stability for the crazy financial system, this fund will serve to attract resources necessary for the
projects aiming towards a new type of development.
 
8. It is necessary to implant a United Nations Program for Human Development (UNPHD)
capable of monitoring and influencing development with humanization and humanism, including
ecological equilibrium and lifelong education as part of the concept of human rights.

9. Besides this, the Heads of State and politicians must install in Rio de Janeiro, as a legacy of
Rio +20 an International Institute for Studies about the Future of Humanity, preferably within the
family of the UN University.
 2 / 3Ten Facts Brazil's President Should Tell the World Including GDP Doesn't Equal Progress
Written by Cristovam Buarque
Thursday, 24 May 2012 17:28
 
10. Humanity cannot continue witnessing the shame of a scientific and technological advance
that amplifies the inequality. Without limiting the advance that was made thanks to the incentive
of the private patents, it is necessary to create a Public Fund that will permit the financing of all
humanity's access to the scientific discoveries, especially in the area of healthcare.
 
Speak for us, Madame President. Even if the world leaders do not listen today. Politically, the
moral force of your speech, in our name, will remain for the future, as a call for wisdom in the
world.
Cristovam Buarque ( CBUARQUE@senado.gov.br ) is a professor at the University of
Brasília and a senator (PDT-DF).
 
Translated by Linda Jerome ( LinJerome@cs.com

domenica 13 maggio 2012

Aumenta l'esenzione per la vendita di immobili


ISENÇÃO DE IR NA COMPRA DE CASA
 

Foi aprovada ontem, na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal, a ampliação da isenção do Imposto de Renda sobre a venda de imóvel residencial. Hoje, a isenção é de seis meses e deve passar para um ano, caso a lei tenha aprovação final. Segundo o senador José Pimentel (PT-CE), a aprovação da matéria dará maior tranquilidade para as famílias encontrarem um imóvel compatível com as suas necessidades, sem que percam o benefício da isenção do imposto de renda.
Fonte: O Povo

Vendere o Affittare ? (in Brasile)


Vender ou alugar seu imóvel?
 

Antes de tomar a decisão, é importante procurar quem entende do assunto para auxiliar em qualquer operação comercial
Na dúvida entre vender ou alugar o imóvel, o melhor a fazer é procurar quem entende do assunto. Segundo Kalil Otoch, sócio-gerente da Kalil Imóveis, a assessoria de um profissional do setor imobiliário, é fundamental.
“O corretor conhece bem o mercado e pode orientar o proprietário da melhor forma”, comenta. A localização do imóvel, é muito importante. Principalmente se você estiver interessado na venda. Se a área estiver em expansão, valorizando ou já é uma área comercial, futuramente você poderá se arrepender de ter se desfeito dele. Caso este não seja o caso, outras questões devem ser consideradas.
ANTES DE DECIDIR
A dúvida do proprietário também é muito relativa. Ele deve pensar muito bem antes de decidir. Um imóvel alugado pode ser uma fonte de renda extra para a família, enquanto se vendê-lo, o dinheiro poderá ser usado despercebidamente, causando arrependimento no futuro.
Kalil orienta que o aluguel pode ser uma segurança financeira, mas se não ficar atento o proprietário pode ter problemas. “Para não ter dor de cabeça com inquilinos, não correr riscos de danos ao patrimônio e ou atrasos no aluguel, é importante entregar o imóvel a um corretor ou imobiliária de confiança para que eles cuidem de toda a documentação necessária e veja os preços de mercado. Afinal, o investimento tem que garantir um retorno esperado”, explica.
Em compensação, caso precise de dinheiro em curto prazo, a melhor solução é vender. Segundo Kalil, “tudo depende da necessidade do proprietário. Se for para fazer um investimento visando um lucro maior, por exemplo, pode sim valer a pena”.
IMÓVEL COMERCIAL
Outra escolha a se pensar, é se não vale à pena transformar o imóvel em comercial. Tudo depende da localização em que ele está. De acordo com os números do Índice Geral do Mercado Imobiliário-Comercial (IGMI-C), em pesquisa divulgada na última semana pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), a taxa de retorno de investimentos em imóveis comerciais no Brasil no primeiro trimestre de 2012 foi de 4,35% em relação ao último trimestre do ano passado.
Na comparação com o primeiro trimestre de 2011, o IGMI-C registrou uma taxa anual de retorno de 17,38%. Caso decida alugar seu imóvel para fins comerciais é necessário analisar qual o tipo de negócio, a conservação do local e por fim, a valorização do local. Vale ressaltar que o importante em todos os casos é tomar uma decisão rápida, porém sábia. Afinal, um imóvel fechado, além de não gerar nenhum lucro, gera despesas ao proprietário.
Fonte: O Estado

giovedì 10 maggio 2012

Abitazioni sostenibili il nuovo business ?


Modelo de construção reduz até 30% no consumo de energia e até 40% no consumo de água

Depois de estados como Rio de Janeiro e São Paulo, a região Nordeste está descobrindo os empreendimentos sustentáveis, onde já existe um ou outro empreendimento sendo pioneiro nos principais Estados do Nordeste. O mercado imobiliário na região está crescendo como um todo, principalmente em Pernambuco, Bahia e Ceará e os consumidores nordestinos também querem qualidade e padrões elevados.
O empreendimento sustentável proporciona tudo isso. Grandes empresas estão se instalando no Nordeste e precisam de imóveis novos e com alta qualidade para montar suas sedes administrativas. Junto com empresas e profissionais de fora, chega a demanda por empreendimentos sustentáveis, com os quais eles já estão acostumados há muito tempo no exterior e mais recentemente na região Sudeste.
TENDÊNCIA
Ao falar sobre o assunto, o engenheiro civil e sócio-diretor da Sustentech (empresa de consultoria especializada em sustentabilidade), João Marcello Gomes Pinto, informa que, desde 2007, todo o mercado da construção no Brasil vem buscando evoluir para se adaptar aos empreendimentos sustentáveis. “As incorporadoras já entendem os benefícios de terem um empreendimento sustentável e certificado”, diz.

Segundo o engenheiro, o consumidor leva cada vez mais a sustentabilidade em conta na hora de avaliar um imóvel. Os compradores de imóveis comerciais para fins de investimento já perceberam os benefícios de adquirir um imóvel sustentável e certificado.

No Ceará, segundo a Cooperativa da Construção Civil do Estado do Ceará (Coopercon-CE), o mercado consumidor já admira as empresas que adotam estas práticas e reconhecem o valor agregado nos produtos finais. “Apesar de obrigatória, já não é mais suficiente apenas a construção com qualidade, pois os clientes já têm consciência de que tais práticas enxutas e sustentáveis aumentam o ciclo de vida do empreendimento, minimizam os problemas de retrabalho e manutenção, e reduzem as taxas condominiais”, explica o presidente da Coopercon-CE, Marcos Novaes. Segundo ele, desta forma, ainda que o valor comercial da unidade do empreendimento seja maior que o de uma unidade convencional, os consumidores já têm em mente de que este valor se trata de um investimento a longo prazo e que se pagará em poucos anos de uso do empreendimento.
Fonte: O Estado

mercoledì 9 maggio 2012

Gli interessi sui mutui diminuirà ancora


RIO - Após mexer na remuneração da caderneta de poupança para permitir a queda da taxa básica de juros (Selic), o governo quer agora reduzir os custos dos empréstimos habitacionais. Como cerca de 70% dos recursos que financiam a casa própria vêm da poupança - que passará a ter uma correção mais baixa quando a Selic chegar a 8,5% ao ano - a equipe econômica espera que os bancos repassem essa queda aos mutuários. Para isso, quer estimular a concorrência entre bancos, facilitando a transferência do financiamento de uma instituição para outra que oferecer melhores taxas, a chamada portabilidade.
Para o governo, uma vez que o retorno pago aos poupadores será menor, os bancos terão margem para cobrar menos nos novos financiamentos. Mas existe um problema nos contratos habitacionais antigos, fechados com taxas mais altas. A legislação brasileira já permite que os clientes de um banco migrem seu contrato habitacional para outra instituição que lhe ofereça condições melhores. Mas há tantos obstáculos que essas operações são raras. Com custos cartoriais e taxas, o mutuário pode ter de desembolsar mais de R$ 20 mil para migrar seu empréstimo para outro banco. Além disso, não há interesse dos bancos em divulgar essa alternativa. As instituições seguem procedimentos distintos, há documentos diferentes, e os bancos não dão publicidade a taxas e tarifas cobradas em todo o processo.
Fonte: Agência O Globo

sabato 5 maggio 2012

Come si evolve il mercato a Fortaleza


Guararapes é a vedete do mercado imobiliário da Capital

No mercado imobiliário de Fortaleza está "na moda" o bairro Guararapes. Esta região, contornada pela avenida Rogaciano Leite, rua Dr. Thompson Bulcão, avenidas Almirante Maximiniano da Fonseca e Washington Soares, é considerada uma das vedetes da valorização imobiliária da Capital. Há dois anos, o metro quadrado de um terreno no Guararapes tinha como preço médio entre R$ 1.000 a R$ 1.500. Hoje, varia entre R$ 3.500 a 4.500, segundo informações da Câmara de Valores Imobiliários. "O Guararapes apresentou uma valorização acentuada a partir de 2010", afirma o presidente da entidade, Ricardo Arruda. "Esta região está em transformação".
Esse resultado, diz ele, deve-se à construção do Centro de Eventos do Ceará (CEC) na avenida Washington Soares. A inauguração acontece em julho deste ano. "É um bairro independente. Tem shopping center, supermercado, universidades, bancos, concessionárias de veículos, o Fórum", acrescenta Arruda.
Ranking
De acordo com dados do Secovi-CE (Sindicato da Habitação), o valor do metro quadrado no Guararapes é o quarto mais caro de Fortaleza, atrás da Aldeota, onde o valor médio do metro quadrado chega a atingir a marca de R$ 5.649, seguido pelo Meireles (R$ 5.417) e Cocó (R$ 4.806). Apesar da valorização, é possível preços entre R$ 2.000 e R$ 3.000 por m² no Guararapes. "Tudo depende da localização".
"Na moda"
Para o tesoureiro do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci), Armando Cavalcante o bairro está "na moda" e vai "explodir" com a inauguração do Centro de Eventos.
"Os terrenos vão dar espaço para hoteis, bancos, uma série de melhorias. É uma zona que por si só já tem infraestrutura", afirma. "É um bairro de futuro promissor. O clima também é muito bom. É uma zona alta de Fortaleza com uma corrente eólica forte, vinda do sudeste".
Tendência
A tendência de valorização de áreas imobiliárias é sempre o lado de onde vem o vento. A teoria é defendida por Cavalcante. "Isso ocorre nas cidades do mundo todo", afirma. No caso de Fortaleza, é o lado leste, "que tende a crescer enormemente".
Por isso, os bairros da região até o Eusébio, na região metropolitana, já mostram forte valorização imobiliária, segundo o representante dos corretores de imóveis. "Messejana já é uma área com muitos empreendimentos em construção", exemplifica Cavalcante. "Eusébio já é uma cidade dormitório para quem é de Fortaleza".
Ele cita, entra as construtoras a atuarem no Guararapes, a Idibra, T&A, Diagonal, Marquise, Mota Machado e, principalmente, a Cameron e a Dias de Sousa. "Estas duas têm a maior participação", diz.
CAROL DE CASTROREPÓRTER
Fonte: Diário do Nordeste

giovedì 26 aprile 2012

Come Importare un' Auto in Brasile (....per farvi passare la voglia)


How to Import a Car to Brazil?

We frequently receive questions about importing cars, boats or other high value properties to Brazil. This article covers the basic steps needed in order to import a car to Brazil.

Image by MSVG 
Any person or company can import cars to Brazil for their own personal usage. This article does not cover all aspects related to setting up a car importing business to Brazil, but will give you a good overview of the process.
If you feel intimated by the paper work outlined in this article we would recommend you to contact a customs brokers specialized in importing cars to Brazil, he will be able to help you with all related issues.

Agencies Involved in the Process

You will be facing a substantial amount of paper work in order to import a car to Brazil and you will have to interact with the following agencies:
  • Departamento de Operações de Comércio Exterior (DECEX)
  • Sistema Integrado de Comércio Exterior (SISCOMEX)
  • Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA)
  • Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN)
  • Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB)
Depending on the type of vehicle you are planing to import you might also need to interact with additional agencies.
  • For bulletproof cars will need an authorization from “Comando do Exército”
  • For ambulances will need an authorization from “Agência Nacional de Vigilância Sanitária”
  • For tractors will need an authorization from “Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento”

Note about Used Cars

It's only allowed to import new cars and cars that are more than 30 years old to Brazil. There exists special rules for cars donated, inheritances and that belongs diplomatic missions.
It's important to verify that the car you wish to import are classified as a new car in Brazil.

Step 1: Receive Import Authorization

The first step is to receive an import authorization from SISCOMEX which controls all foreign trade transactions made in Brazil.
Your will have to submit your personal data and documents. Specially important is your income report since SISCOMEX will verify that the entity that is planing to import a car can prove that the income is compatible with the value of the car planed to be imported.
If everything is correct you will receive an authorization from SISCOMEX within 30 days.

Step 2: Buying a Car

With the SISCOMEX authorization in hand you can buy a car. The foreign exporter of the car will have to issue a Pro-forma Invoice that state your intention to purchase a specific car.
The Pro-forma Invoice should contain information about the seller, the buyer and the validity of the proposal, characteristics of the vehicle and the total price including shipping.

Step 3: Getting the Brazilian documents

With the Pro-forma Invoice in hand you can contact IBAMA to prove that the vehicle meets the Brazilian limits for emission and noise. If approved IBAMA will issue a license named “Licença para Uso da Configuração do Veículo ou Motor” (LCVM).
With the LCVM in hand you can move further to Denatran where you will have to prove that the car complies with the Brazilian laws for vehicles. If approved Denatran will issue a certificate named “Certificado de Adequação à Legislação Nacional de Trânsito” (CAT).

Step 4: Car Payment

With all the documents in hand you can go back to SISCOMEX and ask for the formal Import License (LI), which will be reviewed and approved by DECEX.
Important: Do not pay for the car with foreign money directly to the foreign exporter.
All payments for imports must be made through an exchange agreement. You will have to go to a Brazilian bank authorized by “Banco Central” in order to issue a remittance to the foreign exporter.
With the remittance in hand, the foreign exporter should issue a commercial invoice and an export order.

Step 5: Custom Clearance

If everything goes well your car should be in Brazil about 100 days after you started the importing process. You will now have to pay all your taxes to “Receita Federal”, this include (Import DutyIPI,PISCOFINS e ICMS).
With the confirmation of payment “Receita Federal” in place and all the other documents that you collected during the process your will get the car released from custom.
Keep in mind that you still have to get license plates issued from Denatran and all other issues sorted out in the same way as if you bought a new car in Brazil.

What's the cost of Importing a Car to Brazil?

It's easy to guess that the process of importing cars to Brazil isn't cheap. We have tried to summarize the major costs when importing a car worth BRL 40 000 abroad.
  • Agent Fees – BRL 1.000
  • Harbor Taxes – BRL 3.000
  • Import Duty (35%) - BRL 14.000
  • IPI(25%) - BRL 10.000
  • ICMS (18%) - BRL 7.200
  • PISCOFINS and other taxes (12%) - BRL 4.800
  • Freight cost – BRL 6.000
This adds up to BRL 46.000 or 115% of the car price.
Please notice that these calculations are approximate because taxes and freight cost will vary. You should assume that the cost of importing a car to Brazil is between 90 and 120% of the foreign value of the car.
 
About the author:
Egil Fujikawa Nes is a Norwegian entrepreneur who is living in São Paulo.
He is also a founding partner of the Brazilian consulting firm Connection Consulting  and editor of The Brazil Business.