lunedì 27 febbraio 2012

Previsioni PIL 2012

Previsioni dicrescita del PIL anche nel 2012!

BRASIL MANTÉM PREVISÃO DE CRESCIMENTO DO PIB EM 2012

Ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirma que condições são favoráveis para maior incremento da economia este ano
No ano passado, a economia brasileira cresceu 2,79%. É o que indica o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período) divulgado na última quinta-feira (16/02). Ao comentar o resultado, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, avaliou que existem condições favoráveis para que a economia do país cresça mais este ano. “É uma estimativa. O PIB deveráficar em torno de 3%, um pouco mais um pouco menos. Mas o importante é a trajetória e esse PIB está ficando para trás. Já estamos caminhando para um PIB maior em 2012.”
Para Mantega, o indicador demonstra que nos meses de novembro e dezembro houve uma aceleração da economia, depois da desaceleração ocorrida em setembro e outubro. “Entramos em 2012, com a economia acelerando. Nós devemos manter essa trajetória e vamos crescer mais”, disse o ministro.
Segundo ele, a área econômica do governo acompanha indicadores de vários setores que indicam crescimento este ano. O ministro disse ainda que a expansão será mais lenta no primeiro semestre e se intensificará no segundo. Um dos indicadores para um resultado melhor em 2012 é a inflação que, segundo ele, está caindo e possibilita ao Banco Central uma política monetária “mais flexível”.
Foram anunciados cortes de R$ 55 bilhões nas despesas primárias ao longo 2012, em relação ao volume total de gastos aprovado pelo Congresso Nacional, mas o governo destacou que a prioridade continua sendo os  investimentos. “Isso vai ajudar a dinamizar a economia. A trajetória que nós temos agora é de aceleração da economia – um pouco mais moderada agora e bem acelerada no segundo semestre, quando o crescimento deverá ficar acima de 5%.”
A ampliação dos investimentos deve atingir 20,8% do PIB em 2012. Com o PAC, Minha Casa Minha Vida, Pré-sal, Copa do Mundo, melhoria dos aeroportos e estímulos ao setor privado, o governo espera que os investimentos cheguem a 24% do PIB em 2014. O anúncio foi feito na última quarta-feira (15/02) pelos ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Miriam Belchior. “Os recursos do PAC, do Minha Casa, Minha Vida, e dos programas sociais foram integralmente preservados”,explicou a ministra Miriam Belchior ao comentar a redução de 55 bilhões nas despesas.

fonte:http://www.brazilplanet.info

sabato 25 febbraio 2012

Incentivi Import Auto

Il governo brasiliano pianifica di rendere flessibile l'IPI per le auto importate in marzo


GOVERNO PLANEJA FLEXIBILIZAR IPI PARA CARROS IMPORTADOS EM MARÇO

17.02.2012
O governo vai flexibilizar a partir de março o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros importados de empresas que estejam construindo fábricas no Brasil, disse o presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, Mauro Borges Lemos.

A alíquota adicional de até 30 por cento para veículos com menos de 65 por cento de conteúdo produzido localmente foi adotada em dezembro para conter a disparada nas vendas de carros importados no País. A medida gerou protestos de fabricantes chineses. Entre as companhias que podem ser beneficiadas pela iniciativa, estão a JAC Motors, da chinesa Anhui Jianghuai Automobile Group Co., e a alemã Bayerische Motoren Werke AG, a BMW, que têm planos para investir no Brasil.

“O IPI foi usado como freio de arrumação, agora vamos flexibilizar, reduzir”, disse Lemos em entrevista em Brasília. “É um incentivo para acelerar o investimento.”

A medida é parte de um esforço mais amplo para impulsionar a competitividade de fabricantes brasileiros. As montadoras locais foram perdendo participação no mercado doméstico à medida que a alta de 35 por cento do real frente ao dólar desde 2008 tornava carros importados mais baratos, especialmente os vindos da China. As importações de veículos cresceram 30 por cento no ano passado. No total, carros fabricados no exterior representaram 23,6 por cento do total de licenciamentos no ano passado, contra 18,8 por cento em 2010.

Mais para a frente, o governo tem planos para cortar o IPI ao longo dos próximos quatro anos a partir de janeiro de 2013, adotando alíquotas menores para veículos que atendam níveis mais elevados de economia e segurança, e que tenham maior nível de nacionalização.

“Nós estamos abaixo do nível tecnológico mundial”, disse Lemos. “O que a gente quer é uma modernização.”

As montadoras têm planos para investir cerca de R$ 30 bilhões nos próximos três a cinco anos, disse Lemos, principal conselheiro de política industrial do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel.

Quinto maior mercado mundial para carros, o Brasil é um alvo prioritário para montadoras chinesas que buscam se expandir no exterior. A JAC Motors tem planos para construir uma fábrica de US$ 600 milhões na Bahia neste ano, como parte de seu esforço para dobrar as vendas no Brasil até 2015.

Henning Dornbusch, presidente da BMW no Brasil, disse, no mês passado, que a empresa, maior fabricante de carros de luxo do mundo, poderia construir uma fábrica no País caso o governo flexibilizasse o IPI para veículos importados. A empresa suspendeu seus planos no ano passado após o anúncio da elevação do imposto.

A decisão da presidente Dilma Rousseff de defender as montadoras nacionais surpreendeu parceiros comerciais do País. A Chery Automobile Co. Ltd. entrou com processo contra a decisão no Supremo Tribunal Federal e o governo japonês entrou com representação na Organização Mundial do Comércio contra as medidas, alegando que seriam protecionistas.

Lemos disse que Dilma apoia as medidas sobre mudanças no IPI, mas ainda precisa definir os detalhes que estão sendo estudados. “O arcabouço do regime está pronto”, disse Lemos sobre a estrutura da cobrança de IPI sobre importados.

Fonte: Exame.com